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Inter convive com perspectivas de mudanças para 2019Inter convive com perspectivas de mudanças para 2019

Publicado em 13/11/2018, Por Correio do Povo

O ano de 2018 não acabou e restam ainda cinco rodadas a serem disputadas no Campeonato Brasileiro. Apesar das dificuldades maiores, o Inter promete lutar pelo título até que não haja mais chances matemáticas. Enquanto sobreviver a esperança, não serão feitas projeções públicas sobre o novo ano. Mas de algumas formas, a próxima temporada já começou. Garantido na Libertadores após três anos, o Inter viverá um 2019 com muito mais compromissos e, possivelmente, com renovadas exigências.

Além de nutrir esperanças de conquistar o título, o clube vive a indefinição de uma eleição que escolherá, só uma semana após o Brasileirão, um novo conselho de gestão, incluindo o presidente. Por isso, todo tipo de negociação mais vultosa está paralisada. “Não podemos falar sobre 2019 se temos cinco jogos pelo Brasileirão. Não é a hora de tratar desses assuntos. Ainda buscamos o título”, confirma o diretor executivo de futebol, Rodrigo Caetano que, seja quem for o novo presidente, ficará no clube.

Outro profissional que está confirmado é Odair Hellmann. Efetivado no final de 2017 após comandar o time nas três derradeiras rodadas da Série B, ele segue em 2019 seja qual for o resultado da próxima eleição. O grupo de jogadores também mudará pouco. Neste momento, a comissão técnica e os atuais dirigentes estão finalizando as avaliações dos jogadores à disposição de Odair e as alternativas que há na base. Existem pelo menos três reforços importantes que já estão no clube: o atacante Paolo Guerrero, que no pior das hipóteses volta a treinar no Beira-Rio em fevereiro e estreia em abril, o meia Sarrafiore e volante Rythely.

Também não serão necessárias muitas contratações. Nas avaliações internas, a conclusão é que o Inter precisa de cerca de cinco ou seis reforços em condições de disputar a titularidade nos três setores da equipe. O objetivo é reforçar o grupo, já que o acúmulo de competições obrigará o técnico a promover algum tipo de revezamento. Além disso, será preciso repor a provável saída de no mínimo um titular já em janeiro - é provável que a venda de só um jogador não resolva os problemas financeiros do clube. Apesar de ser considerado insubstituível, Rodrigo Dourado é o jogador mais valorizado do elenco. Por isso, o mais próximo de sair.

 

Foto: Ricardo Duarte              




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