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Força aérea britânica anuncia primeiro voo usando apenas combustível sintéticoForça aérea britânica anuncia primeiro voo usando apenas combustível sintético

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Publicado em 20/11/2021, Por O Sul

Um avião da Real Força Aérea Britânica (RAF) realizou, no início do mês, o primeiro voo do mundo usando apenas combustível sintético, informou o Ministério da Defesa. A aeronave ultraleve Ikarus C42, pilotado pelo capitão Peter Hackett, sobrevoou um campo de aviação em Gloucestershire, a oeste da Inglaterra.

O combustível sintético UL91 Zero Petroleum é fabricado extraindo hidrogênio da água e carbono do dióxido de carbono atmosférico”, disse o Ministério da Defesa em comunicado na quarta-feira.

“Usando a energia gerada por fontes renováveis, como eólica ou solar, eles se combinam para criar combustível sintético”, acrescentou.

De acordo com o ministério, tem potencial para evitar entre 80% e 90% das emissões de carbono por voo e contribuir para o objetivo das forças aéreas de usar combustível sintético para mover aeronaves velozes no futuro.

“Esta é uma ‘inovação’ pioneira no mundo”, disse o ministro da Defesa, Jeremy Quin, cujo governo estabeleceu uma meta para o Reino Unido chegar a emissão zero de carbono até 2050.

O setor de aviação, um dos maiores emissores de gases de efeito estufa, está tentando desenvolver combustíveis mais limpos.

Os combustíveis sintéticos ou eletrocombustíveis (e-fuels) usam hidrogênio, produzido por eletrólise, e capturam dióxido de carbono da atmosfera. Ao recombinar os dois, um combustível semelhante ao querosene de aviação é obtido.

Para respeitar o meio ambiente, a eletricidade necessária para produzi-la deve ser descarbonizada e proveniente de fontes renováveis.

Caça F-35 cai no mar

Na manhã de quarta-feira (17), um caça F-35 britânico, um dos mais novos caças stealth das Forças Armadas do Reino Unido, caiu no Mar Mediterrâneo durante a operação feita a partir do porta-aviões HMS Queen Elizabeth, disse o Ministério da Defesa do Reino Unido.

O piloto foi ejetado e retornou em segurança ao navio – uma investigação do incidente, que ocorreu durante as operações de voo de rotina, foi iniciada, disse o ministério.

A Grã-Bretanha opera o F-35B, caça considerado uma variação de pouso vertical monomotor e decolagem curta do jato stealth desenvolvido nos Estados Unidos, cuja construção custou cerca de US$ 115 milhões.

Em junho, os F-35s passaram a operar do Queen Elizabeth e voaram em missões de combate no Oriente Médio contra o Estado Islâmico (ISIS), a primeira ação de combate para um porta-aviões do Reino Unido em mais de uma década. As informações são da agência de notícias Reuters e da CNN.

(FOTO: REPRODUÇÃO / O SUL)





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